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Porto de Ilhéus regista facturação de R$ 15,5 milhões e cresce 10,27% em 2025 Os números de 2025 mostram os resultados positivos da movimentação de navios no Porto de Ilhéus. O terminal faturou R$ 15,5 em receita tarifária, cerca de 10,27% a mais em comparação ao faturamento de 2024. O desempenho foi impulsionado, principalmente, pelas cargas de projetos, que tiveram aumento de 100,86% e reflete o valor agregado das mercadorias transportadas. Segundo o presidente da Autoridade Portuária Federal - CODEBA, Antonio Gobbo, o avanço reflete os investimentos feitos para modernização da infraestrutura. Foram mais de R$ 31 milhões para a dragagem de manutenção, cercamento da área alfandegada e instalação do sistema de controle de acesso. Serviços essenciais para ampliar a capacidade operacional e a segurança portuária nesta, que é uma área estratégica do Governo Federal e fundamental para o desenvolvimento econômico regional e do Brasil. “Esse foi um ano bom, principalmente em termos de faturamento, por conta do valor agregado nas cargas e as cargas que são operadas pelo Porto de Ilhéus, que atende não somente o sul da Bahia, mas também atende o norte de Minas Gerais, que são cargas especializadas. Tem terras raras, tem minérios da transição energética, o manganês está em alta no mercado também e tem o cacau que é o grande ponto da economia. Com essas novas obras e com a consolidação da nova profundidade, a expectativa é de que a gente consiga fazer a atração de mais operação marítima aqui para Ilhéus e esses números tendem a aumentar", projeta o presidente CODEBA, Antonio Gobbo. Ele destaca, ainda, os investimentos projetados para o ano de 2026 que vão ampliar ainda mais a capacidade operacional do Porto de Ilhéus e a geração de emprego e renda. “No próximo ano serão executadas as obras de desembrechamento, pavimentação, drenagem e enroncamento, uma nova dragagem que vai ampliar a profundidade de dez para quatorze metros e, também, serão realizados estudos para a modernização dos equipamentos de movimentação de grãos. A ampliação da retroárea, da capacidade de armazenamento e a requalificação dos equipamentos fazem parte desse grande planejamento para aumentar o valor desse ativo portuário tão importante para o Brasil”, ressaltou Gobbo.
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