Início > Artigo > Sines pode ser parte fulcral do «interface geográfico» da Rota da Seda



LIGAÇÃO A ÁFRICA E ÀS AMÉRICAS

Sines pode ser parte fulcral do «interface geográfico» da Rota da Seda


De acordo com o estudo ‘A Nova Rota da Seda Torna-se a Ponte Terrestre Mundial: Um Futuro Compartilhado para a Humanidade’ (que actualiza a versão de 2014), a Península Ibérica pode transformar-se, no futuro, em uma «ponte» de valia estratégica para a mega-iniciativa chinesa, que visa uma conectividade múltipla e intercontinental.

Este segundo volume do estudo (lançado em Julho pelo Instituto Schiller), recentemente divulgado, aponta para a possibilidade de a Península Ibérica assumir o papel de «ponto crítico» na ligação do projecto internacional com o continente africano e com a América Latina, especialmente devido à localização (e capacidade) do Porto de Sines.

Ibéria como «ponte» para África e América Latina: Espanha e Portugal «acolheram avidamente» a proposta de Xi Jinping

O estudo, que analisa ao detalhe vinte projectos «prementes» para o futuro da conectividade global (e no qual está incluído a extensão da Rota da Seda Marítima da Península Ibérica a África e às nações ibero-americanas e das Caraíbas), realça que, na cimeira da Rota e Seda, realizada em Pequim em Maio de 2017, o presidente da China, Xi Jinping, sugeriu ao ex-primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, que Espanha servisse como «uma espécie de ponte da iniciativa para a África e as nações ibero-americanas».

«Não apenas Espanha, mas também Portugal, acolheram avidamente a proposta de Xi e, no último ano, têm estado a trabalhar activamente em propostas e projectos específicos para tornar essa perspectiva uma realidade», constata o estudo levado a cabo pelo Instituto Schiller, liderado por Helga e Lyndon LaRouche.

Sines e Algeciras: dois «pontos críticos» que compõem o «interface geográfico» da faixa económica da Rota da Seda

O relatório caracteriza a Península Ibérica como o «interface geográfico natural da faixa económica da Rota da Seda», estendendo-se do Pacífico ao Atlântico «através da massa terrestre da Eurásia, com a Rota Marítima da Seda, que vai estender-se em direcção ao Ocidente, através do Atlântico, para a Ibero-América, Caraíbas e Estados Unidos, bem como para sul em direcção a África», adianta. Neste «interface», dois «pontos críticos» se destacam: Sines, que mira o Atlântico, e Algeciras, que detém forte ligação ao Mediterrâneo.

fonte
 


 



Data: 2018-11-22

 Vídeo

Sobrevoando a Restinga e a cidade do Lobito (Angola)

 XIII Congresso da APLOP | Ireneu Camacho | ENAPOR – Portos de Cabo Verde

 XIII Congresso da APLOP | Eneida Gomes | ENAPOR – Portos de Cabo Verde

 XIII Congresso da APLOP | Joaquim Gonçalves | APDL

 XIII Congresso da APLOP | Ricardo Roque | A Marca APLOP – Novos Caminhos

 XIII Congresso da APLOP | António Santos | Estudo de Mercado dos Portos dos PALOP

 XIII Congresso da APLOP | Dinis Manuel Alves

 XIII Congresso da APLOP | Segundo período de debate

 XIII Congresso da APLOP | Debate

 XIII Congresso da APLOP | Apresentação do Painel 1

 Encerramento do XIII Congresso da APLOP

 XIII Congresso da APLOP | José Renato Ribas Fialho | ANTAQ

 XIII Congresso da APLOP | Cerimónia de Abertura | Ireneu Camacho

 XIII Congresso da APLOP | José Luís Cacho

 XIII Congresso da APLOP | Massoxi Bernardo | Porto de Luanda

 XIII Congresso da APLOP | Francisco Martins | Porto de Suape

 XIII Congresso da APLOP | Cerimónia de Abertura | Murillo Barbosa

 XIII Congresso da APLOP | Cerimónia de Abertura | Abraão Vicente

 XIII Congresso da APLOP | Cerimónia de Abertura | Jucelino Cardoso

 XIII Congresso da APLOP | Belmar da Costa | Curso de Introdução ao Shipping

 XIII Congresso da APLOP | Joaquim Piedade | Zona Franca do Dande

 Constituição da APLOP

Constituição da APLOP

Foto de família