ANGOLA
PORTO DO LOBITO EMITE PRIMEIRA FACTURA ELECTRÓNICA E MARCA NOVA ERA NA GESTÃO FINANCEIRA
O Porto do Lobito emitiu, já este mês de Janeiro, a sua primeira factura electrónica, concretizando a implementação do Decreto Presidencial n.º 71/25, de 20 de Março, que aprova o regime jurídico das facturas e documentos fiscalmente relevantes. O marco foi alcançado no edifício-sede da empresa e representa um passo decisivo na modernização administrativa e na conformidade fiscal da instituição.
A conquista resulta dos trabalhos desenvolvidos pela Comissão de Implementação do referido decreto, coordenada por Paula Varanda Candolo, após um encontro técnico com o Porto de Luanda, no qual foram analisados e alinhados procedimentos ligados à facturação electrónica.
Durante a jornada de trabalho, foram realizadas actividades essenciais como a configuração das séries de facturação electrónica, a abertura do exercício económico de 2026 nos sistemas GIAF e JUP, bem como testes e validação do novo modelo de facturação.
A emissão da primeira factura electrónica simboliza uma vitória institucional da Comissão e reflecte o compromisso do Porto do Lobito com a modernização, a transparência e a eficiência dos seus processos financeiros.
O sucesso da implementação contou com o apoio directo e a pronta intervenção do Conselho de Administração, liderado pelo Presidente do Conselho de Administração (PCA), Celso Rosas, cuja articulação com o Porto de Luanda foi determinante para o alcance deste resultado.
Ao reagir ao feito, o PCA Celso Rosas felicitou a Comissão pelo trabalho realizado, sublinhando o elevado sentido de responsabilidade e profissionalismo demonstrado. “A emissão da primeira factura electrónica é mais do que um acto técnico; é um sinal claro de que o Porto do Lobito está alinhado com as melhores práticas de governação e gestão financeira”, afirmou.
O gestor acrescentou ainda que a implementação do novo regime reforça a credibilidade institucional e prepara a empresa para desafios futuros. “Estamos a construir um porto mais moderno, transparente e competitivo, capaz de responder às exigências legais e às dinâmicas actuais do sector portuário e económico do país”, concluiu.
Data: 2026-01-05
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