FERNANDO NUNES DA SILVA:
APLOP importante para a facilitação de oportunidades de negócio
A fechar a cerimónia de abertura do VI Congresso da APLOP, Fernando Nunes da Silva, Vereador da Câmara Municipal de Lisboa, numa abordagem técnica, começou por afirmar a sua paixão pelo tema dos Portos e do mar, que esteve na base da história comum dos países representados no Congresso.
Os Portos são infraestruturas imprescindíveis a atual economia global e como tal é obrigação dos países cooperarem a todos os níveis neste domínio, nomeadamente no que diz respeito ao “saber fazer” e ao desenvolvimento e investigação nesta área. A sua eficácia do ponto de vista económico e do sistema de transportes, enquanto elos das cadeias logísticas e de gestão de operações, tem de ser uma realidade sob pena da sua sobrevivência ser posta em causa.
O Vereador elencou cinco desafios principais no domínio do sistema portuário nacional. A essencial supressão da burocracia onde a Janela Única Portuária é um belíssimo exemplo de um projeto de sucesso; a integração dos portos nas cadeias logísticas do ponto de vista dos sistemas de informação, constitui também um objetivo da maior importância.
Na opinião do Vereador é ainda necessário que o sistema portuário nacional assuma um caráter de complementaridade e não de concorrência em todos os segmentos do negócio, a qual reduz significativamente a eficiência dos serviços prestados pelos portos.
Também se torna necessário introduzir eficácia na intermodalidade, fator sem a qual os portos não poderão alimentar de forma correta o seu hinterland, articulação onde estes, mais do que o interface terra-mar, devem constituir plataformas logísticas eficientes.
Fernando Nunes da Silva considerou ainda de enorme importância o papel de uma associação como a APLOP na facilitação do surgimento e concretização de oportunidades de negócio, onde é ainda o contato humano e o aperto de mão que permite estabelecer relações de confiança mais fortes e duradouras.
Por último o Vereador apelou à adesão dos associados presentes à congénere da APLOP para as cidades capitais (UCCLA), uma vez que estas e os seus portos têm de coexistir mitigando os conflitos inerentes a esta condição, área que apresenta grande potencial para uma cooperação profícua.
Por Luís Sousa
Data: 2012-12-12
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